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Hospital Regional se torna o primeiro do Brasil a colocar em prática o sistema BioGill

O Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho deu início a um processo pioneiro no tratamento de efluentes. O método, considerado um dos mais avançados do Mundo, utilizará de princípios biológicos da empresa australiana BioGill numa parceria inovadora com a empresa alagoana Bio-Essencial, responsável pela execução dos projetos envolvendo a tecnologia.

10 de dezembro de 2021

Hospital Regional se torna o primeiro do Brasil a colocar em prática o sistema BioGill

O Hospital Regional Nossa Senhora do Bom Conselho deu início a um processo pioneiro no tratamento de efluentes. O método, considerado um dos mais avançados do Mundo, utilizará de princípios biológicos da empresa australiana BioGill numa parceria inovadora com a empresa alagoana Bio-Essencial, responsável pela execução dos projetos envolvendo a tecnologia.

“O desafio é grande, mas reconhecemos como um passo fundamental para o trabalho do nosso Hospital, visando atender aos princípios internacionais de saúde ambiental. Ficamos felizes de encontrar essa logística aqui, com parceiros de nossa Arapiraca”, destacou o provedor do Hospital, Geraldo Magela.

Na prática, estão sendo instalados biorreatores de membranas (não-submergidos e não pressurizados) que usam tecnologia patenteada para o desenvolvimento da biomassa. “Vamos em busca de um ambiente mais saudável e isso é possível com o tratamento adequado das águas residuais, que poderá ser reutilizada”, explicou o diretor da empresa Essencial, Lenine Filho.

Com a aprovação do projeto, o Hospital Regional se torna o primeiro do Brasil a colocar em prática o sistema BioGill. “Importante destacar nesse contexto a visão e a responsabilidade ambiental do Hospital, principalmente em consonância aos objetivos da agenda 2030”, acrescentou.

O processo aplicado em Arapiraca utilizará de nanotecnologia, ciência que se dedica ao estudo da manipulação da matéria numa escala atómica e molecular lidando com estruturas entre 1 e 100 nanômetros.

O uso do sistema, segundo o gerente administrativo do Hospital, Sérgio Cavalcante, evita investimentos em métodos tradicionais para tratamento do esgoto, que acontecem sempre com riscos ao meio ambiente. “Acreditamos que essa decisão além de inovadora, é potencialmente importante para a sustentabilidade”, falou.

Para o diretor médico do HRNSBC, Ulisses Pereira, a iniciativa toma como base oferecer tecnologias avançadas também no suporte hospitalar. “Cuidar da saúde vai além de ter uma boa equipe de médicos e profissionais e de equipamentos cirúrgicos, o Hospital precisa de toda uma capacidade salubre de funcionamento”, comentou.